Quando eu não subia tão alto, o peso da culpa sempre foi menor.
Antes, então, ficar ao rés do chão.
Mas sozinho, porque a presença dos outros te eleva para o mesmo nível da culpa.
Da mesma culpa.
A qual carrego em altos e baixos.
Talvez o equilíbrio seja a solução.
O meio.
O zero.
O nada.